quarta-feira, 13 de setembro de 2017
segunda-feira, 22 de abril de 2013
sábado, 27 de outubro de 2012
Hate goodbyes
"To ten-million fireflies
I'm weird cause I hate goodbyes"
I'm weird cause I hate goodbyes"
Da música Fireflies, do Owl City
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
pra que conhecimento?
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"Há os que adquirem conhecimento pelo valor do conhecimento - e isto é vaidade de baixo nível. Mas há os que desejam tê-lo para edificar outros - e isto é amor. E há outros que o desejam para que eles mesmos sejam edificados - e isto é sabedoria."
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Bernardo de Claraval
terça-feira, 20 de julho de 2010
Cantá seja lá como fô,
si a dô fô mais grandi qui o peito,
cantá bem mais forti qui a dô.
Cantá pru mo da alegria
também pru mo da tristeza,
cantando qui a natureza ensina
os homê a cantá.
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Cantá sentindo saudade
qui deixa as marca de verga
di arguém que os ôio não vê
e o coração inda enxerga.
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Cantá coieno as coieita
ou qui neim bigorna no maio,
qui canto bom de escuita
é o som da manhã di trabaio.
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Cantá cun quem dinuncia
a pió injustiça da vida,
a fome e as panela vazia
nos lá qui num tem mais cumida.
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Cantá nossa vida e a roça
nas quár germina as semente,
as qui dão fruto na terra,
as qui dão fruto na gente.
Cantá as cabloca cun jeito,
cun viola e catigoria,
e si elas cantá no seu peito,
não tem cantá qui alivia.
Cantá pru mo disperta
o amor qui bate e consola
pontiano dento da gente
um coração de viola.
Cantá com muitos amigo
qui vida canta mió,
é em bando qui os passarinho
cantando disperta o só.
Cantá, cantá sempre mais,
di tarde, di noite, di dia,
cantá, cantá, qui a paz
carece de mais cantoria.
Cantá seja lá como fô,
si a dô fô mais grandi qui o peito,
cantá bem mais forti qui dô.
domingo, 27 de junho de 2010
sexta-feira, 4 de junho de 2010
jean rouch, 1973
"Acredito que o mundo atual se caracteriza por este tipo de dúvidas.
Todos se perguntam pelas razões das coisas. Creio que atualmente pela primeira vez numa guerra, a dos americanos no Vietname, os soldados realmente procuram descobrir os motivos que criaram a luta. Entre 1939 e 1945, os soldados não souberam colocar adequadamente esta pergunta. De 1914 a 1918 os soldados se deixaram matar sem qualquer indagação.
"Perguntar pela razão das coisas não conduz ao imediato encontro da resposta. Mas quando a dúvida chega, as ligações entre o observador e o observado deixam de ser automáticas – passam a ser mais humanas. Com freqüência a preocupação com uma atitude antropológica leva o observador a se comportar como alguém culto que faz perguntas a pessoas sem qualquer cultura, quando o importante é conseguir um diálogo antropológico entre pessoas que pertençam a culturas diferentes. O cinema, neste sentido, é ideal para o diálogo porque tanto propõe perguntas às pessoas observadas quanto ao observador".
sexta-feira, 9 de abril de 2010
belas frases escrevem belas estórias;
uma estória contada por meio de imagens em movimento é cinema!
Cinema por vezes é um filme de curta-metragem...
Ilha das flores, um filme curta-metragem:
http://www.portacurtas.com.br/pop_160.asp?cod=647&Exib=2769
Acesse, é gratis: custa pouco e vale muito!
uma estória contada por meio de imagens em movimento é cinema!
Cinema por vezes é um filme de curta-metragem...
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domingo, 28 de março de 2010
o conto da ilha desconhecida - re-edição
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a mulher dorme a poucos metros e ele não soube como alcançá-la, quando é tão fácil ir de bombordo a estibordo.
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terça-feira, 23 de março de 2010
domingo, 21 de março de 2010
quarta-feira, 17 de março de 2010
Gilberto Gil
Há um momento e um território em que o canto da memória se encontra com outras memórias e outros cantos.
domingo, 7 de março de 2010
inutilidades
CRIANÇAS, aqueles que brincam.
BRINQUEDO: inutilidade absoluta. Zero de produtividade. Ao seu final, tudo continua como dantes: nenhuma mercadoria, nenhum lucro. Por que, então? Prazer, puro prazer.
BRINQUEDO: inutilidade absoluta. Zero de produtividade. Ao seu final, tudo continua como dantes: nenhuma mercadoria, nenhum lucro. Por que, então? Prazer, puro prazer.
Arte e brinquedo têm isto em comum; não são meios para fins mais importantes, mas puros horizontes utópicos em que se inspira toda a canseira da trabalho, suspiro da criatura oprimida que desejaria ser transformada em brinquedo e em beleza.
RUBEM ALVES
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"Essa liberdade inclui o direito de folhear para a frente e para trás, de saltar passagens inteiras, de ler frases ao contrário, de compreendê-las de forma errada, de remoldá-las, de continuá-las, enfeitando-as com todas as possíveis associações, de tirar conclusões do texto que não existem nele, de se irritar com o texto, de ficar satisfeito com ele, de esquecê-lo, de plagiá-lo e de jogar o livro em que o texto está impresso num canto a qualquer momento. A leitura é um ato de anarquia"
por Hans Magnus Enzensberger
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sábado, 6 de março de 2010
o fundamental
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"O que se me afigura como fundamental é a clareza com relação à opção política do educador ou da educadora, que envolve princípios e valores... Clareza com relação a um 'sonho possível de ser concretizado'. O sonho possível deve estar sempre presente nas nossas cogitações em torno dos métodos e das técnicas.
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... Se revolucionária é sua opção, o fundamental na alfabetização de adultos é que o alfabetizando descubra que o importante mesmo não é ler estórias alienadas e alienantes, mas fazer história e por ela ser feito"
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Paulo Freire.
Sobre mentiras e verdades
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"A arte é a mentira que nos permite conhecer a verdade."
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Pablo Picasso.
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